Geral
Professor do Campus Barbacena publica artigo na Revista Caatinga
Trabalho sobre insetos companheiros (controle biológico) no cultivo convencional do morango em Alfredo Vasconcelos-MG foi publicado por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos. Estes pertencem às seguintes instituições: IF Pará - Santarém, Epamig - São João del Rei, UFLA - Departamento de Entomologia, IF Sudeste MG - Barbacena, Agrivalle – Indaiatuba (SP) e Hostos Community College (Natural Sciences Department, Bronx, NY, USA).
A pesquisa foi sobre a identificação de himenópteros parasitoides, insetos que atuam no controle biológico de insetos que atacam lavouras como a de morango cultivado. O trabalho foi conduzido em propriedades de agricultores familiares ligados à Cooperativa Agropecuária de Alfredo Vasconcelos-MG (COOPRAV). Foi observada a ocorrência mais expressiva de himenópteros parasitoides em propriedades com maior presença de área natural (mata nativa). Por isso, pode-se concluir que a presença de áreas naturais no entorno do cultivo pode favorecer a entrada desses inimigos naturais e, consequentemente, favorecer o controle biológico de pragas em áreas onde o morangueiro é cultivado.
Os que participaram do trabalho e fizeram a disseminação do conhecimento no artigo foram Bruno A. de Melo (IF Pará), Lívia M. de Carvalho (Epamig - São João del Rei-MG), Luís C. P. Silveira (UFLA), José Emílio Z. de Oliveira (IF Sudeste MG – Barbacena), Humberto B. Stein Agrivalle - Indaiatuba, SP) e Márcia de N. O. Ribeiro (Hostos Community College - Natural Sciences Department, Bronx, NY, USA).
O artigo encontra-se na Revista Caatinga, no volume 38, ano 2025, página e13888, com acesso pelo link: <https://periodicos.ufersa.edu.br/index.php/caatinga/article/view/13888/12327> sendo o título Diversity of hymenopteran parasitoids in conventional strawberry cultivation in Minas Gerais, Brazil (Diversidade de himenópteros parasitoides no cultivo convencional do morango em Minas Gerais, Brasil).
"É necessário pesquisas e grupos de pesquisadores articulados em instituições que possam, em conjunto, obter dados que permitam gerar indicadores de que a natureza nos protege e que devemos valorizar cada ser vivo (insetos-plantas) e seus serviços ecossistêmicos", afirmam os autores.
Fonte: José Emílio Zanzirolani de Oliveira e Bruno Almeida de Melo.
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