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Engenharia Ferroviária: profissionais terão cadastro como engenheiros mecânicos

Cadastro no CREA-MG foi confirmado nesta semana
por Daniel dos Santos Leite publicado: 13/09/2019 15h35, última modificação: 13/09/2019 15h52
#pratodosverem: A imagem mostra estudantes e professores da Engenharia Ferroviária e Metroviária (atual terceiro período, à época primeiro)em visita à CBTU, em Belo Horizonte.

#pratodosverem: A imagem mostra estudantes e professores da Engenharia Ferroviária e Metroviária (atual terceiro período, à época primeiro)em visita à CBTU, em Belo Horizonte.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (CREA-MG) confirmou na última quinta-feira (12 de setembro) o cadastro da graduação em Engenharia Ferroviária e Metroviária do Campus Santos Dumont do IF Sudeste MG em sua lista de cursos. A notícia é importante porque, já no terceiro semestre em que o curso é ofertado, o órgão que regulamenta e fiscaliza o exercício dos profissionais de engenharia garante o registro imediato aos futuros formandos que o solicitarem e confirma que vai credenciá-los como engenheiros mecânicos. 

O CREA-MG conta com oito câmaras: Agrimensura, Agronomia, Civil, Elétrica, Engenharia Química, Geologia e Minas, Engenharia de Segurança do Trabalho e Mecânica Metalúrgica. Considerando a grade de disciplinas da Engenharia Ferroviária e Metroviária, o órgão decidiu enquadrá-la neste último grupo, o que, de acordo com o coordenador do curso, foi bastante positivo. 

“A vantagem de ter o registro como Engenharia Mecânica é o acesso ao mercado de trabalho”, explicou o professor Philipe Pacheco, “então, com este reconhecimento do CREA, nosso aluno está habilitado a se candidatar para vagas que tenham como especificação 'engenheiro mecânico'. Além da nomenclatura, o CREA dá várias atribuições para o futuro profissional – como engenheiro, ele poderá desenvolver várias atividades que vão além da ferrovia, o que aumenta as oportunidades de emprego”. 

“Nossos estudantes terão esse respaldo do CREA para assinar projetos, ou seja, efetivamente dá a eles a condição de trabalhar não só na Ferrovia, como também na Mecânica e algumas outras atribuições também. E isso é bom, até porque o curso não é mesmo só focado em Ferrovia – temos as áreas Mecânica e Elétrica e uma especialização no segmento ferroviário. Então, nossos alunos terão totais condições de trabalhar como engenheiros mecânicos, seja na indústria ou em qualquer vaga que esses profissionais podem ocupar”, acrescentou Philipe. 

O professor também deixou claro que a coordenação trabalhará para que o CREA crie o cadastro como “engenheiro ferroviário e metroviário”, ao mesmo tempo em que as empresas compreendam a versatilidade do profissional e sua aptidão para atuar em diversos segmentos.

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