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Cursos lato e stricto sensu iniciam aulas remotas em 21 de setembro

Alunos terão treinamento para acessar as atividades. Uma comissão trabalha em calendário a ser divulgado em breve.
publicado: 31/08/2020 21h10, última modificação: 31/08/2020 21h10

Uma instituição com 19 cursos de pós-graduação - e que possui a Pesquisa como um de seus pilares – não poderia deixar de dedicar tempo e esforços a um plano efetivo de retomada de aulas para especializações e mestrados. Com isso, o Ensino Remoto Emergencial (ERE) em cursos lato e stricto sensu do IF Sudeste MG está previsto para começar em 21 de setembro e abrange tanto programas presenciais quanto os que já haviam sido projetados na modalidade a distância.

Como todos os alunos do IF, pós-graduandos devem efetuar cadastro no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA). Um treinamento será destinado a estes estudantes e estará disponível em breve, com o objetivo de capacitar para a utilização das ferramentas e recursos online. Segundo o presidente da Comissão nº 7 (Regulamentação e Orientação das Atividades de Pesquisa Pós-Graduação e Extensão) do Projeto Reencontro, Jefferson de Almeida, os professores poderão utilizar-se também de outras plataformas virtuais que considerem adequadas para as aulas síncronas. Contudo, todo registro acadêmico é obrigatório no SIGAA.

Apesar da previsão de um treinamento especial voltado ao uso do Sistema, os alunos de pós-graduação já contam com caminhos formativos destinados a estudantes de todas as modalidades de ensino: as Trilhas do Conhecimento, criadas pela C8 como forma de auxiliar na preparação para o Ensino Remoto Emergencial.

Ainda segundo o presidente da C7, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (ProPPI) está trabalhando em um calendário acadêmico que será divulgado em breve. Esta e outras determinações ligadas ao ERE em pós-graduação dependem da aprovação de uma resolução pelo Conselho Superior. O assunto é pauta de reunião deste órgão colegiado, marcada para sexta-feira (28).

Instruções Normativas reavaliadas

Além do ERE, os Comitês de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação e o Comitê de Extensão vêm se dedicando à revisão das instruções normativas (INs) que orientam as atividades de Pesquisa e Extensão. O trabalho está em fase final, mas ainda será necessária a criação, em cada campus, de uma subcomissão que se responsabilizará pela análise de pedidos essenciais para uso de laboratórios e outros espaços de execução das atividades de Pesquisa e Extensão. Para Jeferson, essa etapa será importante para o cumprimento dos planos de trabalho dos projetos de pós-graduação.

Expectativa

Sobre a evolução do planejamento de retorno às atividades de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão, Jefferson acredita que a C7 auxiliou na formatação de uma proposta que vem crescendo no IF Sudeste MG. “Respeitando os limites impostos pela pandemia, a comissão procurou trabalhar em propostas exequíveis neste momento”. Ele aponta que o sucesso do ERE na pós-graduação dependerá de uma série de fatores, entre eles: a adaptação de docentes e estudantes à proposta. “Levará, acredito, algum tempo para que isso ocorra, mas certamente trará bons resultados”, assegura.

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