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Mural colaborativo do IF Sudeste MG homenageia mulheres negras. Saiba como participar!
No dia 25 de julho, celebramos o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela. Para comemorar a data, o IF Sudeste MG, em parceria com o Fórum de Bibliotecas e com a Coordenação de Ações Afirmativas, realiza a ação "Ler e homenagear: leituras, memórias e ancestralidades".
A iniciativa reúne duas formas de reconhecer e valorizar as mulheres negras: a leitura de suas produções literárias e o compartilhamento das histórias daquelas que fazem parte de nossas vidas, dos campi e das comunidades.
Leia mulheres negras
O Fórum de Bibliotecas do IF Sudeste MG selecionou dez obras de escritoras negras, disponíveis em diferentes bibliotecas da instituição, que abordam memória, identidade, ancestralidade, racismo, afeto, liberdade e resistência.
1. Quarto de despejo: diário de uma favelada — Carolina Maria de Jesus
Um dos mais importantes registros da literatura brasileira, no qual Carolina transforma sua experiência na favela do Canindé em denúncia, memória e resistência.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso, Juiz de Fora, Manhuaçu, Muriaé, Rio Pomba, Santos Dumont e São João del-Rei.
2. Olhos d’água — Conceição Evaristo
Contos marcados pela escrevivência e pelas experiências de mulheres negras atravessadas pelo racismo, pela desigualdade, pelos afetos e pela resistência.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso, Juiz de Fora, Manhuaçu, Muriaé, Rio Pomba e Santos Dumont.
3. Becos da memória — Conceição Evaristo
Um romance sobre pertencimento, comunidade e as memórias de pessoas que vivem em um território ameaçado pela remoção.
Disponível na biblioteca do Campus São João del-Rei.
4. Insubmissas lágrimas de mulheres — Conceição Evaristo
Narrativas de mulheres negras que enfrentam perdas e violências, mas encontram caminhos de reconstrução, autonomia e liberdade.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso, Juiz de Fora, Manhuaçu, Muriaé, Santos Dumont e São João del-Rei.
5. Um defeito de cor — Ana Maria Gonçalves
Uma narrativa histórica sobre escravização, maternidade, ancestralidade e resistência, construída a partir da trajetória de uma mulher africana no Brasil.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso, Rio Pomba e Santos Dumont.
6. Cartas para minha avó — Djamila Ribeiro
Uma escrita íntima sobre memória, família, afeto e a importância das mulheres que vieram antes de nós.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso e Rio Pomba.
7. Americanah — Chimamanda Ngozi Adichie
Um romance sobre amor, migração, pertencimento e as diferentes maneiras pelas quais o racismo atravessa a vida de uma mulher negra.
Disponível na biblioteca do Campus Santos Dumont.
8. Hibisco roxo — Chimamanda Ngozi Adichie
A trajetória de uma jovem nigeriana que começa a romper silêncios e a descobrir novas possibilidades de liberdade e autonomia.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Bom Sucesso, Rio Pomba e Santos Dumont.
9. Ponciá Vicêncio — Conceição Evaristo
A obra acompanha a trajetória de Ponciá, da infância à vida adulta, abordando afetos, sonhos, desencantos, identidade, ancestralidade e pertencimento.
Disponível nas bibliotecas dos campi: Barbacena, Bom Sucesso e Manhuaçu.
10. Leite do peito: contos — Geni Guimarães
Contos de inspiração autobiográfica que apresentam as lembranças de uma menina negra em seu processo de crescimento e construção como mulher.
Disponível na biblioteca do Campus Barbacena.
Homenageie uma mulher negra
Também convidamos você a responder:
Qual mulher negra marcou a sua história?
Pode ser uma mãe, avó, professora, escritora, artista, estudante, trabalhadora, amiga, liderança comunitária ou ancestral.
Para participar, publique:
-
o nome da mulher homenageada;
-
uma fotografia, quando possível e autorizada;
-
um pequeno texto contando quem ela é e por que marcou sua vida.
As contribuições formarão um grande mosaico de mulheres negras presentes nas histórias, nas famílias, nos campi e nas comunidades que constituem o IF Sudeste MG.
Ler mulheres negras é reconhecer suas produções, seus saberes e suas narrativas. Homenageá-las é contribuir para que suas presenças, memórias e legados sejam conhecidos e valorizados.
No dia 25 de julho e em todos os dias:
Leia mulheres negras. Reconheça suas trajetórias. Compartilhe suas histórias.
Confira o padlet e participe!




