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Pé-de-Meia em Rede: IF Sudeste MG realiza encontro de alinhamento

O objetivo principal do evento foi promover a formação teórica e prática, alinhar procedimentos administrativos e fortalecer a rede institucional de apoio aos estudantes beneficiados

No dia 03 de setembro, das 09h às 16h, o IF Sudeste MG promoveu o Encontro Pé-de-Meia em Rede. O evento reuniu, na Reitoria, os servidores responsáveis pelos pontos focais do Programa Pé-de-Meia em cada um dos campi da instituição. O objetivo principal foi promover a formação teórica e prática, alinhar procedimentos administrativos e fortalecer a rede institucional de apoio aos estudantes beneficiados.

A abertura contou com a presença da Diretoria de Apoio Discente (DIRAD), representada pelo seu diretor, Professor Francisco Juceme Rodrigues do Nascimento; e da Coordenação de Assistência Estudantil (CAD), representada por sua coordenadora, Wanilza Soares Fofano. Também prestigiaram o acolhimento o chefe de gabinete, Carlos Eduardo Silva, e a coordenadora de Comunicação Social e Marketing, Juliana Rodrigues de Almeida.

Uma "infraestrutura social" de proteção ao estudante

"O Pé-de-Meia não é apenas um programa de transferência de renda. Ele é uma política pública que aposta na permanência e no êxito escolar. Não se trata apenas de cumprir uma obrigação administrativa; trata-se de cuidar das pessoas", reforçou o pró-reitor de Ensino, Marcos Pavani.

Representando o reitor, Professor Valdir José da Silva, a Pró-reitora de Pesquisa e Inovação, Professora Fabianne Magalhães Pimentel Furtado abriu o evento propondo uma analogia entre o programa federal e a infraestrutura crítica de Tecnologia da Informação (TI).

"Um servidor pode ficar meses ou anos funcionando sem que ninguém sequer pense nele. Enquanto tudo funciona, sua existência parece quase invisível. Mas basta ele parar para que todos percebam imediatamente a sua importância", comparou a professora.

Segundo Fabianne, o Pé-de-Meia pode ser visto exatamente dessa forma, como uma infraestrutura social de proteção contínua para mitigar o risco de evasão escolar de jovens que enfrentam vulnerabilidades financeiras. Ela alertou para a necessidade de monitoramento e manutenção permanente dos fluxos do programa: "O valor de algo essencial não está apenas naquilo que ele entrega quando funciona, mas também na capacidade de impedir que sua ausência produza um dano maior."

Em seguida, o pró-reitor de Ensino, Marcos Pavani de Carvalho, deu as boas-vindas aos participantes e destacou o impacto real que a política pública já apresenta no combate à evasão desde sua implantação.

"O Pé-de-Meia não é apenas um programa de transferência de renda. Ele é uma política pública que aposta na permanência e no êxito escolar. Não se trata apenas de cumprir uma obrigação administrativa; trata-se de cuidar das pessoas", reforçou o pró-reitor.

Formação teórica, prática e desafios

"Nos programas de assistência estudantil lidamos com diversos programas, planilhas, números de inscritos, números de matrículas. Mas os alunos não são só números. Para nós, cada aluno importa!", sintetizou Juceme.

Conduzido pelo Professor Francisco Juceme, o encontro foi dividido em duas etapas. Pela manhã, os servidores passaram por uma formação teórica centrada nos fundamentos e objetivos do programa, com análise de indicadores sobre a evasão no Ensino Médio e a participação de jovens no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). À tarde, o foco mudou para as oficinas práticas e resolução de casos concretos, incluindo o uso direto do sistema de lançamento de dados.

Durante os debates, os operadores discutiram a complexidade dos fluxos de informação e os riscos gerados por inconsistências cadastrais ou atrasos no processamento da frequência regular dos estudantes. "Nos programas de assistência estudantil lidamos com diversos programas, planilhas, números de inscritos, números de matrículas. Mas os alunos não são só números. Para nós, cada aluno importa!", sintetizou Juceme.

Encaminhamentos e rede de corresponsabilidade

Como principal encaminhamento, o grupo identificou a urgência de expandir o entendimento do Pé-de-Meia para além do setor de assistência estudantil. Os operadores sugeriram que, durante as visitas institucionais da Reitoria aos campi, o programa seja apresentado detalhadamente a equipes gestoras e docentes. A meta é consolidar uma rede de corresponsabilidade que envolva também o ensino, os registros acadêmicos e as equipes pedagógicas.

Ao final das atividades, foi construído coletivamente um texto orientador. O documento servirá para sistematizar, normatizar e padronizar os passos dos operadores em cada unidade, reduzindo margens de erro nos prazos mensais e blindando o direito dos estudantes aos incentivos financeiros.

*Texto feito com a ajuda de IA
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