Geral
Publicado o resultado provisório da seleção das oficinas e minicursos do VII Simepe
Inscrições para o XV ECEM abertas até o dia 8 de outubro
Vem aí o Processo Seletivo 2025 do IF Sudeste MG
Práticas de Meditação de Atenção Plena são retomadas no campus Rio Pomba
Projeto Rondon: Operações "SUL DE MINAS I" e "SUL DE MINAS II" estão com inscrições abertas
IF Sudeste MG participa de eventos sobre a PNEERQ
No mês de setembro, o IF Sudeste MG, representado por sua pró-reitora de extensão, Rosana Machado, participou de várias atividades relacionadas à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola.
A Política foi criada pela Portaria nº 470/2024 e objetiva implementar ações e programas educacionais destinados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola. O público-alvo é formado por gestores, professores, funcionários, alunos, abrangendo toda a comunidade escolar.
De 9 a 13 de setembro, Rosana esteve em Belém do Pará para participar do Congresso Brasileiro de Pesquisadores e Pesquisadoras Negras (COPENE). No evento, enquanto presidente da Comissão Permanente de Acompanhamento e Aperfeiçoamento das Comissões de Heteroidentificação Étnico e Racial do IF Sudeste MG, a pró-reitora participou de diversas atividades a respeito desta temática. No dia 9, Rosana esteve na "Reunião de apresentação e discussão da Política Nacional de Equidade, Educação para relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, formalizada pela Portaria MEC n 470-2024", promovida pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, a Secadi. Na foto ao lado, Rosana está com Zara Figueiredo, secretária da Secadi.
Nos dias 24 e 25 de setembro, em Brasília, a pró-reitora participou do segundo encontro para apresentação do balanço dos 100 primeiros dias da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), promovido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secadi.

Representantes do Fórum de Educação Básica da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN) e do Consórcio Nacional de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros (Conneabs) participaram do evento, que deu continuidade às discussões sobre avanços e possíveis problemas que a política pode enfrentar.
Além de fazer parte da ABPN, Rosana Machado presidiu o "Encontro Nacional de NEABs, NEABIs e grupos correlatos - ENNEABI 2023", sediado pelo Campus São João del-Rei do IF Sudeste MG. Estas, além de outras frentes nas quais ela atua, motivaram o convite para representar o Instituto no evento. E, segundo a pró-reitora, a participação em ações desse tipo é fundamental: "É importantíssimo que os Institutos federais, em especial o nosso, estejam nessa discussão para que a gente fortaleça as ações que já são desenvolvidas na instituição, como os Núcleos de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas, que são institucionalizados e vêm desenvolvendo ações de ensino, pesquisa e extensão no IF Sudeste MG", avalia Rosana.
“Convidamos esses grupos porque eles têm uma ligação direta com a política”, disse a secretária da Secadi, Zara Figueiredo. “Andamos muito nos debates étnico-raciais no ensino superior, mas esse é um diálogo ainda raso na educação básica. Sem um olhar cada vez mais detalhado para essas políticas raciais, não teremos mudanças efetivas na redução das desigualdades no ensino brasileiro.”
Os encontros buscam promover, no processo de implementação da Pneerq, a divulgação, a colaboração ou outras formas de engajamento das entidades que compõem o movimento negro, atuantes na pesquisa e em espaços acadêmicos, além daquelas que militam no combate ao racismo.
MEC apresenta balanço dos primeiros 100 dias da política
Mais sobre a PNEERQ
São compromissos da Política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para as relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade EEQ, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de prevenção e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas) e nas instituições de educação superior.
"A PNEERQ vem disciplinar, criar eixos de atuação, criar estratégias para a implementação da Lei 10.639, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. A Política promove a busca por dados sobre a equidade na educação, sobre as relações raciais e a educação quilombola, apoiando a educação básica no sentido de ter experiências exitosas, um real envolvimento da educação básica na implementação de ações em busca da equidade", reflete Rosana Machado.
Ações da PNEERQ
Dentre as ações e projetos para a implementação da PNEERQ, teremos o #Partiu IF, que será um curso preparatório para estudantes do 9º ano do ensino fundamental público autodeclarados pretos, pardos, quilombolas, indígenas ou com deficiência que desejam ingressar nos cursos técnicos integrados ao ensino médio oferecidos pelas instituições da Rede Federal. Os jovens terão aulas e atividades com conteúdos alinhados ao processo seletivo das instituições.
Para Rosana Machado, a Política tem grande importância na busca pela equidade na educação: "A PNEERQ vem disciplinar, criar eixos de atuação, criar estratégias para a implementação da Lei 10.639, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas. A Política promove a busca por dados sobre a equidade na educação, sobre as relações raciais e a educação quilombola, apoiando a educação básica no sentido de ter experiências exitosas, um real envolvimento da educação básica na implementação de ações em busca da equidade".
Próximos passos
Já no dia 3 de outubro, será a vez de outras organizações do movimento negro conhecerem o balanço dos 100 dias da política, como a Marcha Mulheres Negras; a Convergência Negra; a Coalizão Negra; a Frente Nacional Antirracista; a Ação Negra; a Uneafro; a Educafro; a Aquilombação; entre outras.
As solenidades são realizadas em Brasília. Além desses eventos, já agendados, o MEC promoverá outros encontros, com datas a serem definidas, para apresentar e debater a política com intelectuais, pesquisadores e profissionais da comunicação.
Texto com informações de: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/pneerq-mec-apresenta-balanco-dos-primeiros-100-dias-da-pneerq
INTEGRA: portal da inovação do IF Sudeste MG será lançado em evento no dia 9 de outubro
2 de outubro: volta às aulas no campus Rio Pomba
Divulgada bibliografia de referência ao Exame Nacional de acesso ao ProfEPT
Campus Rio Pomba realiza Aula Inaugural do curso Assistente Administrativo (2º ciclo)
Inscrições abertas para o curso "Uso da Propriedade Intelectual em Negócios de Base Tecnológica"
Campus Rio Pomba realiza 3º Dia de Campo da Zootecnia em novembro
Abertas inscrições para disciplinas isoladas em cursos de Pós-graduação
Estudantes do campus Rio Pomba participam da Maratona Tech 2024
Vem aí a VII Mostra de Cursos e Profissões do Campus Rio Pomba
INPI está com inscrições abertas para o "Treinamento Básico em Patentes"
Estão abertas as inscrições para o Treinamento Básico em Patentes, fornecido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
O curso é gratuito e 100% online, com aulas síncronas semanais, de 1° de outubro a 5 de novembro, das 14:30h às 16:30h, totalizando uma carga horária de 18 horas.
As inscrições são até o dia 30/09, por meio do link: https://academiavirtual.inpi.gov.br/moodle/login/signup.php. As orientações para realizar as inscrições estão disponíveis aqui.

"3º Encontro de Encarregados de Dados das IES" tem participação ativa do IF Sudeste MG
Pollyana Esteves dos Reis Moreira, encarregada de dados, representou o IF Sudeste MG, e presidiu a comissão organizadora, do "3º Encontro de Encarregados de Dados das Instituições de Ensino Superior". O evento aconteceu na Universidade Federal da Bahia (UFBA), de 18 a 20 de setembro, e teve ainda a participação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná e da Universidade Federal do Cariri.
Além de Pollyana, Raquel Fernandes, pró-reitora de Desenvolvimento Institucional do IF Sudeste MG, participou da mesa de abertura, e Maria Luiza Firmiano Teixeira, auditora, esteve presente como membro da comissão.

A pró-reitora de Desenvolvimento Institucional, Raquel Fernandes, aparece ao fundo, numa janela de projeção. Pollyana Esteves dos Reis Moreira, encarregada de dados do IF Sudeste MG, é a de vestido preto.
O Encontro
O Encontro de Encarregados de Dados das IES nasceu da interação ocorrida entre os profissionais da área das Instituições Federais de Ensino Superior e tem em vista proporcionar conhecimento e troca de boas práticas. O público-alvo são os encarregados de dados das organizações de ensino, membros de comissões e comitês de implantação e de apoio aos encarregados, bem como outros interessados no tema, tais quais dirigentes de organizações, acadêmicos e estudiosos do tema.
A participação do IF Sudeste MG
"A participação ativa e a colaboração na organização do evento demonstram o compromisso do IF Sudeste MG com a cultura de proteção de dados e possibilitaram a aquisição de conhecimento que será disseminado por meio de ações de capacitação e sensibilização na comunidade acadêmica, fortalecendo a conformidade e assegurando que a instituição esteja alinhada com as melhores práticas e diretrizes da LGPD”, avalia Pollyana Esteves dos Reis Moreira.
Segundo Pollyana, a sua participação no evento permitiu a interação com outros encarregados, a troca de experiências e o engajamento nas discussões sobre a implementação e os desafios da LGPD nas instituições de ensino superior:
“O encontro foi muito produtivo e serviu como uma excelente oportunidade para compartilhar experiências, discutir os desafios enfrentados por diferentes instituições e buscar soluções conjuntas para a implementação da proteção de dados no ambiente acadêmico. A presença de participantes de diversas instituições contribuiu para a riqueza das discussões e para a construção de uma rede de cooperação”, reflete ela.
A qualidade e profundidade das discussões, o nível de engajamento dos participantes, a presença de profissionais e especialistas comprometidos com o aprimoramento da proteção de dados nas instituições de ensino são alguns dos fatores que, segundo Pollyana, tornaram o evento um sucesso. E, como ponto alto, ela destaca a participação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e de pesquisadores da área trazendo orientações práticas, atualizações sobre a legislação e perspectivas acadêmicas que enriqueceram ainda mais o debate.
A encarregada de dados do IF Sudeste MG acredita que a participação no encontro contribuiu de forma significativa para a área de proteção de dados no instituto, especialmente considerando que a instituição também fez parte da organização do encontro:
“Essa colaboração na organização permitiu ao IF Sudeste MG assumir um papel de destaque e contribuir ativamente para a construção da agenda e das discussões do evento, fortalecendo sua presença e liderança na área de proteção de dados entre as instituições de ensino superior. O envolvimento no evento facilitou o estabelecimento de uma rede de contatos e parcerias com outros encarregados e especialistas da área, ampliando a capacidade de colaboração e troca de experiências em futuras iniciativas de proteção de dados. A participação ativa e a colaboração na organização do evento demonstram o compromisso do IF Sudeste MG com a cultura de proteção de dados e possibilitaram a aquisição de conhecimento que será disseminado por meio de ações de capacitação e sensibilização na comunidade acadêmica, fortalecendo a conformidade e assegurando que a instituição esteja alinhada com as melhores práticas e diretrizes da LGPD”, avalia Pollyana.




