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MEC autoriza funcionamento de três novos polos de inovação

A portaria anuncia investimento de R$ 9 milhões e cargos de direção para uso exclusivo nos polos de inovação do IF Sudeste MG e de outros IFs

                                            

Foto: Instituto Federal de São Paulo/Olhar Imaginário

Foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC), no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 2 de julho, a Portaria nº 585, que trata da autorização de funcionamento de três novos polos de inovação na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. As unidades funcionarão nos Institutos Federais de Pernambuco (IFPE), Mato Grosso (IFMT) e do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG). Com a medida, a Rede Federal passa a contar com 730 unidades, totalizando 17 polos em 17 institutos federais. 

A portaria é resultado da Chamada Pública de Unidades Embrapii nº 2/2025. Os três grupos de pesquisa selecionados em edital foram credenciados por um período de quatro anos para desenvolver projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em cooperação com empresas industriais. 

Com a iniciativa, as instituições receberão seis cargos de direção para uso exclusivo nos Polos de Inovação Recife, Várzea Grande e Rio Pomba. Destaca-se ainda que os novos institutos foram aprovados na Chamada nº 2/2025 em março deste ano e receberam investimentos do MEC, via Embrapii, de até R$ 9 milhões para o funcionamento. 

Em Pernambuco, o polo vai focar em tecnologias inovadoras para a descarbonização industrial e transição energética. No IFMT, o impacto será voltado a tecnologias digitais para o agronegócio e a indústria. Por fim, em Minas Gerais, o polo vai ser especializado em tecnologias da produção animal. 

Polos de inovação – Os polos de inovação são unidades administrativas da Rede Federal voltadas ao atendimento das demandas regionais por Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e formação profissional de base tecnológica. Eles potencializam a capacidade institucional de fomentar a inovação, fortalecer parcerias com o setor produtivo e gerar impacto socioeconômico duradouro. 

“Essas estruturas são importantes para a Rede Federal porque, a partir delas, os institutos federais passam a poder negociar diretamente projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com empresas. Os polos de inovação são um canal de integração com o setor produtivo que amplia oportunidades de pesquisa aplicada, fortalece a indústria e contribui para o desenvolvimento regional”, destaca o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli. 

Investimento – O MEC investe anualmente, desde 2015, aproximadamente R$ 61 milhões em suas unidades credenciadas pela Embrapii. Neste período, foram contratados 565 projetos, iniciativas de inovação que atendem às demandas tecnológicas de diversos setores industriais. Além disso, as Unidades Embrapii da Rede Federal registraram 379 pedidos de Propriedade Industrial, refletindo a geração de conhecimento inovador e a proteção do patrimônio intelectual na Educação Profissional e Tecnológica. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Embrapii e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)  

*Texto do Portal gov.br