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I Simpósio fala de Áreas Protegidas no Brasil: estagnação e retrocessos

Esta é a penúltima palestra do I Simpósio de Conservação de Áreas Protegidas e Conservação da Natureza do IF Sudeste MG
publicado: 30/11/2021 12h07, última modificação: 30/11/2021 12h18

Amanhã, 1° de dezembro, é dia da penúltima palestra do I Simpósio de Áreas Protegidas e Conservação da Natureza do IF Sudeste MG. João Paulo Ribeiro Capobianco, um dos idealizadores do Instituto Chico Mendes, vai falar sobre "Áreas Protegidas no Brasil: estagnação e retrocessos". A transmissão será às 19 horas, no Canal do IF Sudeste no YouTube.

O Simpósio

O evento foi criado para comemorar os 10 anos de existência do GAP, Grupo de Pesquisa em Áreas Protegidas do Instituto. Em cada transmissão, haverá uma lista de presença para a emissão de certificados. Inscreva-se através deste formulário.

Confira toda a programação:

25 de agosto

Maria Tereza Jorge Pádua

Sistema Brasileiro de Unidades de Conservação

08 de setembro

Marina Panziera

Educação Ambiental pode melhorar a gestão do turismo nas áreas protegidas

22 de setembro

Nurit Bensusan

Como proteger quando a regra é destruir?

06 de outubro

João Azevedo

Áreas Protegidas em Portugal: desafios para a conservação da biodiversidade no Século XXI

20 de outubro

Allan Valverde

Colaboración Regional como estrategia para el cumplimiento efectivo de los compromisos globales relacionados con áreas protegidas y conservadas

10 de novembro

José Pedro de Oliveira Costa

Uma História das Florestas Brasileiras

17 de novembro

Frederico Loureiro

Educação ambiental em Unidades de Conservação: promovendo a participação social e o diálogo de saberes

01 de dezembro

João Paulo Capobianco

Áreas protegidas no Brasil: estagnação e retrocessos

08 de dezembro

Bruce Bell

O uso de series temporais de imagens de sensoriamento remoto para discriminar entre florestas estacionais e perenes na Mata Altântica

 

Mais sobre o palestrante

João Paulo Ribeiro Capobianco é biólogo, ambientalista, especialista em Educação Ambiental pela Universidade de Brasília, e doutor em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo. Fundou e dirigiu várias as organizações não-governamentais no Brasil, incluindo a Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Socioambiental, Instituto Democracia e Sustentabilidade, Rede de ONGs da Mata Atlântica e Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais.

Foi secretário nacional de Biodiversidade e Florestas e secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente (2003 a 2008), quando exerceu, entre outras, as funções de coordenador do Grupo de Trabalho Interministerial de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia, presidente do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, da Comissão Nacional da Biodiversidade e da Comissão Nacional de Florestas e vice-presidente do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Foi um dos idealizadores e o primeiro presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Sua dedicação à proteção da biodiversidade teve início na vitoriosa luta pela criação da Estação Ecológica Juréia-Itatins, em 1986, um dos marcos da conservação ambiental no Brasil. Integrou o International Advisory Group (IAG) do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras e a Comissão Mundial de Áreas Protegidas - Região Brasil, da IUCN. Em sua gestão no Ministério do Meio Ambiente foram criadas 65 unidades de conservação federais no Brasil, somando mais de 26 milhões de hectares.

É autor de diversas publicações sobre questões ambientais. Em 2003, o livro Biodiversidade na Amazônia Brasileira, por ele organizado, recebeu o prêmio Jabuti como melhor publicação em Ciências Naturais e da Saúde e Livro do Ano, ambos concedidos pela Câmara Brasileira do Livro. Atualmente é diretor da Métra – Planejamento Socioambiental Estratégico Ltda, vice-presidente do Instituto Democracia e Sustentabilidade – IDS, membro do Science Panel for the Amazon (SPA) e integrante do grupo de orientação da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.