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II Seminário de Suinocultura traz produtores e empresários para o Campus

Abertura do evento foi realizada pelo consultor técnico da Agroceres, Johnatan Vilela de Oliveira. Ele falou sobre introdução de marrãs nas granjas.
por Comunicação Rio Pomba publicado: 11/09/2019 20h34, última modificação: 11/09/2019 20h34
Exibir carrossel de imagens #Pratodosverem: Palestra de Johnatan Vilela. Ele aparece ao fundo da imagem em frente a um púlpito com a logo do evento. Em primeiro plano, a plateia aparece de costas, olhando na direção do palestrante.

#Pratodosverem: Palestra de Johnatan Vilela. Ele aparece ao fundo da imagem em frente a um púlpito com a logo do evento. Em primeiro plano, a plateia aparece de costas, olhando na direção do palestrante.

Estudantes, produtores rurais e empresários participaram, nos dias 3 e 4 de setembro, da segunda edição do Seminário de Suinocultura. De acordo com o coordenador do evento, Sérgio Pena, o tema é relevante para a área de Zootecnia, principalmente, porque o Brasil é um dos principais produtores de porcos do mundo. “Temos um potencial grande em Minas Gerais e na Zona da Mata. Temos que aproveitar as oportunidades de melhoria de produção. O mercado pede isso”.

A abertura do evento foi feita pelo consultor técnico da empresa Agroceres, Johnatan Vilela de Oliveira. Ele falou sobre técnicas de introdução de marrãs na granja de suínos, visando melhoria de produtividade. Johnatan explica que muitos produtores brasileiros acabam optando por manter a matriz por muito tempo, substituindo-a apenas quando o animal já não tem mais condições de produzir. “Nas granjas comerciais, a principal causa de descarte é a idade elevada. Já nos Estados Unidos, é a falha reprodutiva. A idade está em último lugar”.

Ele explica que, para que haja produtividade no negócio, é preciso renovar o plantel de 40% a 50% anualmente. Para a introdução das marrãs, ele orienta que sejam analisados alguns quesitos, como a quantidade de matrizes existentes e o tamanho da granja. Além disso, é preciso ter cuidado com doenças. “Fazer um alojamento longe do plantel principal e deixar os animais adquiridos em quarentenário é uma das formas de identificar doenças e evitar a contaminação dos demais”.